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Osseointegração: entenda o que é e como funciona esse implante



 

As pessoas podem ter sua mastigação muito comprometida apenas pela falta de um elemento dentário. Pensando nesta situação a reabilitação indicada seria a colocação do elemento perdido ou dos elementos através do implante.  Os Implantes dentários são suportes ou estruturas de metal (normalmente de titânio) posicionadas cirurgicamente no osso maxilar abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias. Uma vez colocados, permitem ao dentista montar dentes substitutos

Osteointegração ou osseointegração é a união estável e funcional entre o osso e uma superfície de titânio. Este fenômeno ocorre após a inserção de peça em titânio dentro do osso e a migração das células ósseas para a superfície deste metal. Há evidências da osseointegração em trabalhos das décadas de 40 e 50, porém somente na década de 1960 é que passou a ser pesquisada a fundo, sendo difundia pelos trabalhos de Per-Ingvar Brånemark. Envolve a ancoragem de um implante pela formação de tecido ósseo ao redor do implante sem crescimento de tecido fibroso na interface osso-implante. 

O modelo com osseointegração é o mais recomendado, mas muitas pessoas ainda não têm esclarecimento de como realmente esse processo acontece, e poderá ficar protelando o início do tratamento. Pensando nisso nos da Sorridents desenvolvemos esta leitura para que você possa saber um pouco mais sobre essa técnica.

Como funcionam os implantes dentários?

Os implantes são dentes artificiais que se integram ao osso para garantir toda a segurança e estabilidade que os pacientes procuram. As próteses podem ser parciais ou totais, mas são sempre montadas sobre eles. Isso é feito para garantir que não mudem de posição na boca, nem escorreguem de um local para o outro.

Essa modalidade é conhecida como prótese sobre implante e consegue restaurar todas as funções bucais. Isso sem contar com o fato de serem mais naturais que as pontes ou dentaduras convencionais. Vale destacar que esses dois últimos métodos também são muito procurados como solução para a falta de dente, mas muitos pacientes reclamam de desconforto ou dificuldade de adaptação nesses casos.

E tem mais: o fato de seguir com a colocação de um implante parte de um pressuposto de que não é preciso preparar ou desgastar um dente natural. O paciente precisa apenas ter gengivas saudáveis e ossos adequados para a sustentação. Por isso, é importantíssimo investir em uma higiene bucal e visitas regulares ao dentista (antes e depois do procedimento), pois essa é uma ótima forma de garantir o sucesso a longo prazo.

O que é a osseointegração?

Um processo de osseointegração tem muitos significados e pode ser explorado em diversas partes do corpo humano. Quando o assunto é a odontologia, sua principal atribuição é relacionada às implementações dentárias, sendo uma etapa indispensável para garantir um procedimento bem-sucedido.

A evolução dos implantes colocou a técnica com a osseointegração como a mais indicada. Isso porque a ideia é seguir com um processo em que acontece uma absorção do próprio organismo — o que faz toda diferença quando o assunto é a durabilidade do tratamento.

O procedimento começa por meio de uma cirurgia que inclui um pino de titânio que substitui a raiz dentária, então é fundamental que seja aderente, pois será o grande responsável por garantir a estabilidade. Por isso, ele é colocado antes do dente implantado, justamente para dar continuidade ao tratamento.

Como o próprio nome indica, o procedimento prevê a integração do pino ao osso em que foi implantado. Nesse caso, a principal evidência de que isso aconteceu é o desenvolvimento do osso ao redor da peça, um aspecto que pode parecer sem sentido, mas que garante a sua sustentação e segurança a longo prazo.

O organismo desenvolve um tempo, em média, de 4 a 6 meses para finalizar o processo de osseointegração, isso poderá variar da região implantada e das condições ósseas do paciente. Depois disso, o dentista avalia se o osso realmente conseguiu integrar o pino. Caso tenha acontecido, então uma segunda cirurgia é feita para a remoção de gengiva que recobre a área deste pino e assim finalmente, colocar um dente artificial para a conexão do pino implantado.

Quando o procedimento é indicado e quais são os benefícios?


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A osseointegração é indicada para pacientes que procuram a implantação de um dente artificial por um longo período. Vale destacar que, por mais que o dente seja sintético, o aspecto e funcionalidade é muito similar ao natural.

A seguir, confira alguns benefícios que esse método tem como diferencial!

Material bem-aceito pelo organismo

Muitas pessoas não sabem, mas o titânio é o material mais explorado para o pino do implante. O principal motivo é o fato de ser biocompatível, ou seja, muito bem-aceito pelo organismo. Essa é uma forma de evitar qualquer tipo de rejeição ao objeto.

Alta aderência

Parte do processo envolve a migração de células ósseas para a região. Essa formação de osso ao redor da peça é um dos passos fundamentais para garantir a alta fixação do pino.

Processo indolor

Além disso, vale destacar que o procedimento de osseointegração acontece sem dor ou infecção para o paciente. Afinal, é apenas o próprio organismo trabalhando de forma natural.

Alto índice de sucesso

O índice de sucesso do tratamento chega a marca de 95%. Isso acontece pelo fato de os materiais usados serem biologicamente compatíveis com o corpo humano, principalmente se contarem com o comprometimento dos pacientes em manter a saúde bucal depois da chegada dos novos dentes.

Quantos dentes podem ser implantados dessa maneira?

O processo pode ser feito para o tratamento de um dente individual ou para a colocação de uma prótese que resolva mais de um dente. Ainda assim, é interessante ressaltar que os implantes podem seguir alternativas diferentes.

A primeira é a prótese protocolo, um modelo fixado sobre 4 a 8 implantes em média. Essa prótese é parafusada e retirada apenas pelo dentista, um aspecto que garante uma boa estética. Por outro lado, ela tem uma higienização mais difícil, já que todos os dentes estão conectados entre si. O paciente deve ficar atento e seguir com certos cuidados para evitar desgastes desnecessários.

Outro modelo comum é a prótese overdenture. Apesar de ser mais barata que a anterior, ela exige menos implantes (o mais comum é uma média de 2 a 6 dentes em média). Além disso, sua estrutura é removível e confeccionada em resina.

Como pode ser retirada (ou seja, é móvel), ela funciona como uma dentadura, porém, tem um encaixe em uma barra que tem a função de conectar os implantes à prótese. Essa é uma forma de dar mais estabilidade para o paciente. Como ponto positivo, a higienização desse modelo é consideravelmente mais simples que a prótese protocolo.

Agora que você entende melhor como a osseointegração é uma ótima alternativa para quem quer fazer implantes dentários, procure um dentista especializado. Ele é o profissional ideal para avaliar as particularidades do seu caso e identificar o modelo mais indicado para a sua necessidade, assim como alguns fatores que podem influenciar no resultado e o estado dos seus ossos.

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Postado em 21/08/2019.


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