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Prognatismo e retrognatismo: quais as diferenças entre os conceitos?



É notório que certos desconfortos no corpo humano comprometem a qualidade de vida de muitos indivíduos. Nesse sentido, é preciso destacar duas condições que afetam diretamente a estética facial e que, por sua vez, são distúrbios ligados à ortodontia, sendo elas prognatismo e retrognatismo.

Elas podem gerar sérias complicações na mastigação e na respiração do paciente. Por conta da baixa autoestima causada pela assimetria facial provocada por essas condições, o indivíduo pode até mesmo desenvolver um quadro de depressão.

Se você quer entender a diferença entre esses dois conceitos, prossiga na leitura deste artigo e saiba mais sobre o assunto. Acompanhe!

Quais as principais diferenças entre prognatismo e retrognatismo?

Inicialmente, é importante pontuar que o prognatismo é uma anormalidade do crescimento da mandíbula. Nessa ótica, quando isso acontece, o osso cresce de forma exagerada, fazendo com que o queixo seja projetado para frente, o que acaba por gerar problemas dentários e desarmonia nos traços faciais.

Em contrapartida, no retrognatismo, a pessoa apresenta uma dificuldade de desenvolvimento do tecido ósseo. Logo, nesse quadro, o queixo do paciente fica para trás e é “afundado”, o que acaba gerando também uma desarmonização facial notável.

Dessa forma, os pacientes que desenvolvem o prognatismo apresentam um fechamento dos incisivos inferiores no mesmo nível dos superiores ou além e, por conta disso, têm dores de cabeça e ruídos articulares. Já os indivíduos com o retrognatismo muitas vezes apresentam alterações na articulação temporomandibular, o que pode provocar apneia e problemas na fala.

Quais são as principais causas desse problema?

As causas para o surgimento dessas enfermidades são diversas, sendo que, na maioria dos casos, o desenvolvimento se dá por conta de fatores genéticos e hereditários. Porém, existem ações externas que contribuem de forma significativa no surgimento e manutenção dessas condições.


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Entre as principais causas destacam-se: o hábito de chupar os dedos ou a chupeta por muitos anos na infância, fatores hormonais — como más-formações congênitas e traumatismos, desvios na funcionalidade do rosto e alterações respiratórias.

Quais as formas mais viáveis de tratamento?

Apesar dessas condições terem quadros distintos, ambas se caracterizam pela má-formação óssea. Nessa perspectiva, o paciente sofre com o desalinhamento dentário e problemas na mastigação e na fala. Por isso as formas de tratamento são semelhantes.

Primeiramente, tem-se o tratamento preventivo que, por sua vez, detecta aos primeiros anos de vida da criança se ela tem a dentição de leite e se apresenta alguma anormalidade óssea. Logo, o dentista indicará os procedimentos certos e, assim, descartará agravamentos ou até cirurgias futuras .

Em segundo plano, tem-se a cirurgia ortognática. Esse procedimento reposiciona os maxilares, fazendo com que o rosto fique mais harmonioso e padronizado. Durante essa cirurgia, o dentista solta o osso da mandíbula e o redireciona com a ajuda de parafusos e placas de titânio. Logo, esse procedimento é feito em um hospital, com uma equipe especializada, afinal, se trata de um tratamento complexo.

Por fim, o uso de aparelho ortodôntico também é uma boa opção para tentar amenizar os problemas causados por essas condições. O uso do aparelho, geralmente, ajuda de forma eficaz no alinhamento dos dentes e evita deformações no rosto causadas pelo prognatismo ou retrognatismo.

Portanto, é interessante entender as principais diferenças entre prognatismo e retrognatismo, afinal, é preciso estudar cada caso para que se possa procurar ajuda de profissionais qualificados e aptos a atender pacientes com esse tipo de condição.

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Postado em 13/05/2021.


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