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Disjunção palatina: entenda o que é e quando deve ser feita


Disjunção palatina

O que há em comum entre dores de cabeça muito fortes, tonturas, problemas respiratórios e dificuldade na mastigação? Muitas pessoas não sabem, mas a causa de todos esses problemas pode ser uma malformação no osso inferior do crânio, mais especificadamente do palato.

Quem tem o palato muito estreito enfrenta diversos problemas no dia a dia, como os que listamos como exemplos. No entanto, felizmente, a tecnologia ortodôntica, há algum tempo, já consegue solucionar o transtorno de forma prática e segura, a partir da disjunção palatina.

Conheça agora todas as informações necessárias a respeito desse procedimento e saiba em que casos ele deve ser feito!

Conhecendo melhor a disjunção palatina

Quem escuta o nome, no primeiro instante pensa que a disjunção palatina (ou extensão rápida da maxila) é algum tipo de disfunção bucal. Contudo, é justamente o contrário: a disjunção é a solução necessária para aquelas pessoas que têm o palato muito estreito ou apresentam prognatismo, quando o queixo é projetado muito à frente da arcada dentária.

O procedimento acontece da seguinte forma: após a constatação de que realmente a disjunção é necessária, o ortodontista fixa no céu da boca do paciente o aparelho disjuntor propriamente dito. No meio dele há uma chave que, quando ativada, atua na separação do palato por meio de bandas metálicas que são presas entre os dentes molares.

Essa separação é contínua, devendo ser feita diariamente pelo próprio paciente até que ocorra a expansão da maxila. Quando os “dentes da frente” (os incisivos) apresentarem uma abertura, chamada de diastema central, significa que o palato já está no ponto certo. A partir daí basta esperar a calcificação da ruptura seguindo as recomendações do dentista.

Consequências se o tratamento não for iniciado


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A disjunção palatina é um procedimento que não atua somente por causas estéticas, sendo voltado à saúde bucal também. Com o palato estreito, podem surgir problemas secundários, mas que são muito desagradáveis para o paciente, como cefaleia, dificuldade de mastigar corretamente, problemas respiratórios, como apneia e roncos durante a noite, além de inclinações dentárias e retrações gengivais indesejáveis.

Por esses motivos, é muito importante que o procedimento seja efetuado o quanto antes. Não há idade certa, e todos podem realizar a disjunção palatina, mas, quanto mais velha a pessoa for, mais risco ela corre de precisar passar por uma intervenção cirúrgica antes do processo.

Cuidados essenciais durante e após o procedimento

O aparelho disjuntor está diretamente ligado  ao céu da boca e encostado nele e nos dentes. Por esse motivo, é normal que surjam algumas bactérias oportunistas que se instalam no local, já que a região é de difícil acesso à escova e ao fio dental. O recomendado é que se faça uso de enxaguantes bucais constantemente durante o tratamento, buscando a melhor higienização possível.

Após o procedimento, é natural que os dentes fiquem tortos, como no caso dos dentes incisivos. O dentista, então, recomendará o uso de aparelhos móveis ou fixos para a correção da arcada dentária, evitando contratempos futuros com a saúde e, de quebra, deixando os dentes alinhados. É muito importante que o tratamento seja levado a sério até o final para que o resultado seja o melhor possível.

A disjunção palatina é um procedimento tranquilo e seguro, geralmente terminado após cinco anos de tratamento, variando de caso para caso. Os resultados são extremamente compensadores, cessando os sintomas relacionados e resultando em saúde bucal excelente, além de melhorar muito a aparência estética, com visual natural e cheio de vigor.

Você já conhecia a disjunção palatina ou fez o procedimento em alguma fase da sua vida? Conte para nós a sua experiência nos comentários!

Postado em 17/02/2017.


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