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Você sabe o que é o bruxismo infantil? Entenda!



O bruxismo infantil é uma condição muito comum entre crianças de 2 a 12 anos que costumam ranger ou apertar os dentes. Em geral, esse comportamento é involuntário e pode comprometer a qualidade de vida dos pequenos, podendo ocasionar outros problemas bucais.

O tratamento precoce é a melhor solução para minimizar os efeitos dessa condição. Pensando nisso, criamos esse post especial sobre o bruxismo com tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Vamos lá?

O que é o bruxismo infantil?

Esse termo descreve o ato de ranger, apertar ou friccionar os dentes de modo excessivo. Apesar de afetar a região bucal, a origem do bruxismo está no sistema nervoso central, por isso, o bruxismo é um ato involuntário. É por essa razão também que o problema é mais frequente durante o sono.

O aperto dos dentes pode acontecer ainda de forma semivoluntária, realizado pelas crianças quando estão acordadas.

Quais são os principais sintomas dessa condição?

Estudos indicam que 40% das crianças entre 3 e 6 anos em todo o mundo sofrem com o bruxismo infantil. Como o ranger dos dentes é mais comum durante a noite, muitas vezes os pais demoram para identificar o problema.

Só em casos mais graves é possível ouvir um barulho intenso que pode acabar acordando pessoas próximas à criança. Felizmente, existem outros sinais que ajudam a identificar o bruxismo em crianças, como:

  • dor de cabeça ao acordar;
  • zumbido no ouvido;
  • dor nas bochechas;
  • dores no maxilar;
  • som de “clique” ao abrir e fechar a boca;
  • desgaste nos dentes;
  • mobilidade dentária;
  • sensibilidade nos dentes ao comer alimentos frios ou quentes.

Quais são as causas do bruxismo?

Não existe um consenso sobre os fatores que provocam o bruxismo infantil, mas os especialistas concordam que a condição é multifatorial. Ou seja, fatores genéticos e ambientais são capazes de desencadear o problema. Veja abaixo as possíveis origens dessa manifestação.

Local

Nesse caso, o atrito entre os dentes é provocado por interferências no processo de desenvolvimento da dentição. O uso de mamadeira e chupeta também pode levar ao desalinhamento da mordida e à má oclusão, aumentando a predisposição para o bruxismo.

Psicológica

O problema também pode ser desencadeado por ansiedade e estresse das crianças. Mudanças na rotina acompanhada de outros hábitos, como morder bochechas, lábios e objetos, podem estimular o surgimento do bruxismo infantil.

Ocupacional

Essa causa está relacionada ao ambiente e às atividades extras que podem sobrecarregar a vida das crianças. As atividades extracurriculares, como aulas de inglês, balé e a prática de esportes competitivos, podem deixar as crianças pressionadas para cumprir horários, sem tempo para se divertir. O quadro aumenta o estresse e a sensibilidade dos pequenos.

Quais são as consequências do problema?

Normalmente, o bruxismo infantil é descontinuado a partir dos 6 anos sem maiores consequências. Se a condição persistir após esse período, pode comprometer a articulação temporomandibular (ATM), que promove a ligação entre a mandíbula e o crânio.


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Com o ranger e o apertar dos dentes, podem surgir dores na região, provocando dificuldade para mastigar alimentos mais consistentes. Os músculos faciais também podem ficar mais sensíveis por causa da contração excessiva, ocasionando maior sensibilidade e desconforto muscular.

O maior prejuízo ocorre nos dentes. Com o atrito excessivo, há um grande desgaste capaz de destruir o esmalte dentário, inflamar e expor a polpa dentária. O bruxismo infantil também pode acelerar ou atrasar a erupção dos dentes, contribuindo para um desalinhamento da arcada.

Quando procurar um dentista?

O diagnóstico do bruxismo infantil é baseado na informação trazida pelos pais ou responsáveis. O dentista também vai identificar os sinais dentários e as queixas de dores musculares e nas articulações do pequeno paciente. Por isso, é preciso estar atento aos primeiros sintomas e levar a criança ao consultório o quanto antes para evitar complicações.

Como tratar o bruxismo em crianças?

O distúrbio não apresenta uma cura definitiva, mas existem diferentes tratamentos que podem ajudar a amenizar os sintomas. O primeiro passo é identificar as causas por trás do bruxismo. Quando o problema ocorre em crianças, as técnicas odontológicas são combinadas com outras ferramentas. Confira a seguir os três tratamentos mais comuns.

Placa de mordida

Essa peça, também chamada de placa de mordida continua é a forma de tratamento mais indicada para tratar o bruxismo infantil. Confeccionada em resina acrílica a partir do formato da boca da criança, ajuda a proteger os dentes dos atritos, evitando o desgaste da arcada dentária, além de prevenir dores na mandíbula.

Aparelho ortodôntico

Quando o bruxismo é provocado pela mordida cruzada ou má oclusão dental, o tratamento ortodôntico pode ajudar a reduzir o impacto do bruxismo nos dentes da criança.

Acompanhamento psicológico

Se a origem do problema tem fatores emocionais, como estresse ou ansiedade, a terapia pode ajudar a criança a compreender melhor os acontecimentos. Ela também vai aprender a lidar com as experiências pessoais, diminuindo o hábito de apertar e ranger os dentes.

É possível evitar o surgimento desse problema?

Existem alguns cuidados que podem ajudar a prevenir o bruxismo infantil, como:

  • evitar que a criança mastigue chicletes em excesso ou morda objetos muito duros, como pontas de canetas;
  • incluir exercícios físicos na rotina infantil para aliviar a tensão;
  • investir em técnicas de respiração e relaxamento;
  • ensinar a criança a lidar com as emoções;
  • permitir que os pequenos tenham atividades prazerosas;
  • criar uma rotina relaxante para o sono com luzes baixas, aromas terapêuticos e músicas calmas antes da criança dormir.

O bruxismo infantil pode comprometer a saúde bucal das crianças, mas, com a observação constante dos pequenos, é possível minimizar o problema. Por isso, não deixe de procurar um profissional especializado assim que surgirem os primeiros sintomas do problema.

Gostou deste artigo? Alguma criança da sua família já sofreu com essa condição? Deixe seu comentário e compartilhe sua experiência!

Postado em 10/12/2020.


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