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Lixo odontológico: como fazer o descarte adequado?



O lixo odontológico consiste em um resíduo produzido por meio de procedimentos efetuados dentro do consultório, considerando que os dentistas fazem usos de vários materiais contaminantes que exigem cuidados no momento de descarte.

Nesse sentido, conforme a Resolução RDC nº 33/03, os resíduos odontológicos são classificados nos seguintes grupos: A (potencialmente infectante), B (químicos), C (rejeitos radioativos), D (resíduos comuns) e E (perfurocortantes).

Desse modo, é fundamental que as clínicas identifiquem, classifiquem e separem adequadamente o seu lixo, com o propósito de proporcionar a segurança durante a assistência na prestação de serviços aos pacientes. Logo, o cuidado na hora do descarte de lixo é primordial no meio da saúde. Continue a leitura e saiba como fazer o descarte adequado do lixo odontológico!

Divida o lixo de acordo com as características de cada grupo

É necessário separar o lixo adequadamente, já que cada grupo exige um cuidado diferente. Confira!.

Grupo A

O descarte dos materiais do tipo A precisa ser feito em um saco plástico de cor diferenciada (normalmente, branca ou vermelha) em lixeira de material resistente, 

resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção

 

Além do mais, diversos materiais do grupo A que são de maiores riscos de contaminação precisam passar por um método de tratamento na sua unidade de geração antes de serem retirados do local.

Grupo B

Os resíduos odontológicos do grupo B precisam ser eliminados em ambientes sólidos que abriguem todo o seu material, são resíduos contendo substâncias químicas que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente, independente de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade para, serem excluídos. Além disso, você precisa certificar-se da compatibilidade das substâncias, para que dois líquidos incompatíveis não sejam colocados em um mesmo recipiente.

Grupo C

A tarefa que envolve os materiais radioativos precisa estar de acordo com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

É primordial colocar um colaborador específico para realizar todo o processamento desses resíduos, já que eles necessitam ser eliminados em recipientes segundo o tipo de substância e com uma identificação de resíduo radioativo que chame a atenção dos coletores.

Grupo D

Os produtos do grupo D devem ser divididos. Ou seja, os recicláveis precisam ficar em lixeiras de cores distintas (papel, plástico, metal, vidro e orgânico), e os não recicláveis normalmente são inseridos em lixeira cinza. Em ambas as situações, as sacolas e recipientes precisam de identificação como “resíduo comum”.

Grupo E

Os resíduos do grupo E devem ser eliminados em locais resistentes a furos, vazamentos ou rupturas, com tampa e identificados com o símbolo internacional biológico. Em vista disso, as seringas devem ser eliminadas com as agulhas, e os recipientes, descartados quando atingirem dois terços de sua capacidade.


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Por fim, como foi mencionado, o descarte das clínicas odontológicas exige um cuidado muito especial para garantir a saúde de cada cliente e colaborador e a preservação do meio ambiente. Isso consiste em um diferencial muito importante em um mercado cada dia mais competitivo.

Tenha uma lixeira adequada para cada tipo de lixo e descarte

É fundamental que o dentista tenha, em sua clínica, uma lixeira com a tampa acionada por pedal e coberta por um saco de lixo especial, para que não aconteça contato com materiais infecciosos, cumprindo com as solicitações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

É importante destacar que, na ausência desse saco plástico, é possível fazer uso de um saco normal, apresentando a mesma imagem da substância infectante presente na NBR-7500 da ABNT, de março de 2000, com rótulos de fundo branco, contornos pretos e desenho.

Dessa forma, resíduos como algodão, luva, máscara, gaze e ponta de sucção são considerados itens do grupo A e podem ocasionar doenças ao especialista que entrar em contato. Por essa razão, tenha sempre uma lixeira com pedal, avalie a demanda de atendimentos em seu consultório e compre a quantidade adequada de sacolas plásticas, jamais esquecendo-se de realizar o recolhimento diário ou de acordo com as suas necessidades.

Além do mais, materiais como seringas, agulhas, vidros, ampolas, tesouras, lâminas e quaisquer outros materiais que forem considerados cortantes fazem parte do grupo E e precisam ser colocados em caixas de papelão resistentes, apresentando o mesmo símbolo mencionado para a eliminação de itens do grupo A (substância infectante). Assim, todos os perfurocortantes necessitam ser eliminados de seu consultório rapidamente após a utilização, em recipientes seguros e apropriados.

Administre os resíduos de seu consultório

Gerenciar os resíduos de sua clínica pode ser um passo mais simples do que você imagina. Para tanto, é preciso salientar que diversos materiais não são utilizados por completo de uma só vez, já que alguns são comercializados em embalagens maiores ou porque apenas uma cartela apresenta mais de um item. Nessas situações, não é necessário fazer o descarte imediato dos itens, eliminando só o que de fato tiver sido utilizado. 

Há produtos que podem ser reciclados, com o papel, o vidro e o plástico. Nessas situações, o profissional precisa fazer com que o lixo odontológico tenha o fim mais correto possível — por exemplo, a coleta seletiva. Nos maiores centros urbanos, já há lugares para efetuar a coleta e descarte de lixo reciclável, bastando embalá-los separadamente e deixá-los no local correto.

Lembre-se de que os perfurocortantes, os restos infectantes e os resíduos biológicos, radioativos e químicos devem ser jogados fora em sua totalidade.

Contrate uma empresa especializada

Além do armazenamento correto do lixo odontológico, é imprescindível fazer a eliminação correta dos resíduos surgidos pelos atendimentos aos pacientes. A solução é achar uma empresa especializada no serviço, visto que é essencial realizar esse processo com eficiência, pois envolve materiais de risco, que podem afetar a vida de muitas pessoas  e existem leis  a serem cumpridas para que não haja multas em decorrência do não cumprimento.

No mercado, existem várias empresas que podem auxiliar seu consultório odontológico no processo de descarte. Busque por uma eficiente e que ajude na preservação do meio ambiente.

Portanto, é primordial que todos os profissionais do consultório tenham uma conscientização sobre o gerenciamento dos descartes do lixo odontológico, bem como os perigos para a saúde e o meio ambiente. É necessário de cada um, especialmente os profissionais da saúde, tenha o máximo de cuidado para não ficar vulnerável ao perigo. Assim sendo, é possível evitar prejuízos ao cliente, meio ambiente e todos os relacionados à eliminação dos materiais odontológicos.

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Postado em 27/11/2019.


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