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Mercado de saúde no Brasil: conheça as maiores tendências


mercado de saúde no Brasil conheça as maiores tendencias

O mercado de saúde no Brasil cresce a passos largos e um dos motivos é a situação precária do deficiente e decadente serviço público oferecido no país.

E, embora pareça óbvio que em tempos de crise algumas pessoas abandonem os serviços de saúde privados, eles sempre se mostraram como uma alternativa muito melhor ao sistema oferecido pelo governo.

Os empresários e profissionais da área passaram a enxergar essa falha do Estado como uma excelente oportunidade de negócio. Se você se encaixa no perfil acima, vai gostar deste artigo, ele foi feito para você, principalmente, se seu ramo é o da odontologia.

Nele, abordamos como está esse mercado e as várias tendências na saúde em geral, mas com destaque para a odontologia, além das vantagens de abrir uma franquia, sobretudo se você não possui experiência em gestão, mas sonha em abrir sua própria clínica, é um profissional antenado e deseja conquistar sua independência financeira e ainda ter tempo para si — como tirar mais férias, por exemplo. Confira!

As expectativas do mercado de saúde no Brasil

Histórico e modelo

O sistema de saúde brasileiro é organizado no modelo de universalidade e está na Constituição Federal de 1988, que o criou e o denominou o SUS. Com a criação do Sistema Único de Saúde, a Constituição transferiu grande capacidade decisória dos recursos e das funções da união para os estados e, principalmente, para os municípios.

Instituiu-se, portanto, a descentralização, integralidade, igualdade, universalização e a participação da população.

Sistema público de saúde em decadência

A distribuição citada anteriormente dificulta a comunicação entre as esferas e, consequentemente, as negociações entre elas.

Isso é ainda mais complicado se considerarmos que o país tem dimensões continentais, economia instável e mais de 204 milhões de habitantes.

Contra os R$ 80 bilhões em investimentos do setor público (incluindo União, estados e municípios) estão os R$ 90 bilhões movimentados pelo mercado privado de assistência à saúde. Abaixo mostramos mais dados sobre o setor.

Valorização do sistema privado

Os problemas do sistema público de saúde levaram a uma valorização do setor privado, com crescimento em todas as áreas, incluindo a odontológica, hospitalar, laboratorial, farmacêutica, entre outras.

Mas fatores como a estabilização da classe média e o aumento da adesão dos seguros empresariais também levaram ao crescimento dos planos de saúde. Desde 1950, quando foram criados, registra-se aumentos expressivos no número de contratos, que é maior do que o crescimento populacional do brasileiro.

O segmento é citado como o que apresenta maior margem de lucro da área da saúde e registra o aumento de aquisições desse mercado. Um exemplo é a área farmacêutica que teve constante crescimento mesmo com a rigidez da fiscalização feita pela Anvisa e pelos Conselhos Federais e Regionais de Farmácia.

Outro exemplo que vale ressaltar é o odontológico, que teve um aumento de 2,4% em agosto de 2016, comparado com o mesmo período de 2015. Isso é um sinal claro de que o setor de saúde merece uma atenção especial, tanto pela carência da população quanto pelo enfoque econômico empresarial.

Quem se beneficia? Os planos privados, que estão se expandindo, além do aumento de fusões e incorporações de empresas do setor e das Parcerias Público Privadas (PPPs) — que elevaram o nível de investimento, aumentando eficiência e diminuindo lacunas no sistema público.

Mercado brasileiro é promissor

Para evidenciar o quão favorável é esse mercado, vamos exemplificar citando uma entrevista feita pelo Portal Saúde Business com o sócio da assessoria financeira da Cypress Associates, Marcos Hiran.

O especialista se mostra otimista com o futuro do mercado de saúde no Brasil. Segundo ele, a capacidade de crescimento desse nicho é enorme. Isso se deve porque — em média — o sistema de saúde é muito ineficiente.

Hospitais investem em profissionalização

Um exemplo de negociação promissora é a de um hospital que opta por investir em profissionalização, pois isso trará um ganho em eficiência. O alcance a investidores — inclusive de estrangeiros — e o acesso ao capital pode aumentar muito. Segundo Hiran, os olhos estão mais voltados para o setor hospitalar agora do que há 4 ou 5 anos.

Parcerias entre planos de saúde e farmácias

Também estão em franca acensão as parcerias entre os planos e as grandes redes de farmácias.

É sabido que, na maioria das vezes, os medicamentos são insubstituíveis para o tratamento das doenças.

Dessa forma, já podemos ver que muitas drogarias oferecem descontos para os clientes de várias seguradoras de saúde. Assim, os abatimentos no preço e outros benefícios diferem entre os convênios.

O aumento da procura por serviços particulares

Os problemas enfrentados por quem depende da saúde pública fazem com que a procura por serviços particulares aumente. Além disso, o setor ganhou força com a aprovação de uma medida provisória em 2014 (MP 656), convertida em lei em 2015 (Lei 13.097), que autorizou a entrada de capital estrangeiro no setor.

A partir de então, esse dinheiro pode ser investido — direta ou indiretamente —  na assistência à saúde, incluindo hospitais (até os filantrópicos), laboratórios e clínicas particulares.

Tendências em saúde vindas do exterior

Um exemplo foi a aquisição de 13% de um grupo de diagnósticos brasileiro por outra corporação, internacional. Segundo o presidente dessa organização, as tendências mundiais em saúde, que são promissoras para o mercado, podem se aplicar ao Brasil.

Uma dessas tendências é o exame de sangue rápido feito com apenas três gotas de sangue, e que não necessita de pedido médico. Essa prática já é adotada em grandes redes de farmácias americanas.

Uma atividade que certamente agiliza o diagnóstico de doenças é o cruzamento de informações do paciente por meio dos exames realizados nos laboratórios e o resultado é enviado diretamente ao médico.

Pular a etapa em que o paciente retira o exame e o leva para o médico encurta o tempo de início do tratamento, o que pode significar maiores perspectivas de cura ou controle de doenças crônicas e isso já é feito em sete regiões do país.

Por esse método, o profissional de saúde recebe o exame acompanhado de um laudo diferente do tradicional. A diferença está no parecer do laboratório, que cruza informações dos pacientes ajudando o médico no diagnóstico e, consequentemente, no tratamento.

Essa atividade se equipara à chamada medicina em quatro P’s, que significa preventiva, personalizada, preditiva e participativa. Tal prática ainda faz uso de tecnologia de ponta, como o mapeamento genético para prevenir diversas doenças — tudo isso sempre com atendimento personalizado.

O movimento das clínicas populares

Manter um consultório particular custa muito caro. Uma matéria de um grande jornal brasileiro mostrou que na capital de São Paulo o custo mensal não sai por menos de R$ 7 mil. Soma-se a isso a enorme desvantagem de o profissional da área não possuir uma boa estrutura de captação de clientes e marketing como os encontrados nas redes de clínicas.

Essa realidade deixa claro que aderir às clínicas populares é uma ótima alternativa para médicos e dentistas que buscam melhorar sua carreira e seus ganhos.

Por isso, vários médicos de diversas especialidades estão se demitindo de seus empregos no SUS ou nos planos de saúde e fechando consultórios particulares para atuar apenas nesse modelo de negócio.

As franquias de saúde como uma tendência

Atualmente, é possível encontrar esse tipo de negócio instalado fora dos grandes centros e bairros de classe média alta, o que era impensável até pouco tempo.

Assim, já é possível encontrar franquias que visam a classe C e oferecem tratamentos com parcelas entre 36 a 48 vezes. Como resultado todos ganham, os franqueados não têm seu orçamento prejudicado e os clientes ganham mais uma opção em serviço de saúde, seja em clínicas e consultórios médicos e odontológicos ou em laboratórios e hospitais.

O aumento da abrangência dos serviços odontológicos é um fator que explica a franquia como uma das fortes tendências em odontologia e colabora com o crescimento dos franqueados nesse segmento.

O mercado das franquias odontológicas

A maior parte dos cursos de graduação na área da saúde não formam gestores, apenas são focadas em formar especialistas em um nicho da saúde. Dessa forma, grande parte dos dentistas recém-formados têm apenas conhecimentos técnicos e nenhuma noção de administração.

Para montar uma clínica odontológica é necessário pensar como um gestor focando em: planejamento estratégico do negócio, posicionamento da marca da empresa, estratégias de marketing e muitas outras questões administrativas e burocráticas.

Empreendedorismo sem gestão direta

A boa notícia é que como a maioria dos dentistas enfrentam essa questão, as franquias odontológicas vieram como uma boa oportunidade de empreender com riscos muito menores. Isso acontece porque as franquias já representam uma marca consolidada e conhecida no mercado, além de já oferecerem aos franqueados uma estrutura física completa.

Assim, o fato de já contarem com um plano de negócios bem estruturado faz com que o sucesso seja mais garantido. O alto custo de abrir uma clínica sem o apoio de uma marca já muito conhecida no mercado fez com que vários dentistas optassem por adquirir uma franquia.

Esse panorama tem motivado o aumento das franquias odontológicas no Brasil, sendo um dos modelos de negócios mais indicados para investimento nos próximos anos.

Tendências do mercado odontológico

Sabia que o plano odontológico é o terceiro mais solicitado por funcionários das empresas? Esse dado aponta que o setor é um campo com alto potencial de crescimento.


Quero ser franqueado


Segundo um estudo recente, em 2016 houve um crescimento de 2,6% no mercado de odontologia suplementar em número de beneficiados atendidos, mesmo com economia em crise. Já a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) afirmou que o setor apresentou até setembro do mesmo ano um aumento de 0,66%, beneficiando 22 milhões de segurados assistidos.

Pode parecer pouco, mas dez anos antes, em 2006, apenas oito milhões de brasileiros tinham plano de saúde. Ou seja, houve um crescimento significativo nesse período.

Para os dias atuais, as probabilidades do setor mostram que esse será um período de crescimento gradual e moderado. As empresas precisam escolher o melhor traçado para as apólices dos planos odontológicos que contratam para os trabalhadores, considerando a distribuição geográfica das pessoas seguradas e o nível socioeconômico dos colaboradores.

E como grande parte de contratos tem adesão opcional dos funcionários, várias empresas agem apenas como intermediárias na implantação do benefício. Dessa forma, elas não são responsáveis por seu custeio. No momento atual, em que as instituições estão tentando conter os gastos, essa é uma solução favorável.

População da nova classe C como potenciais clientes

Outro número que vai mostrar a você o quão promissor é esse mercado e impressionante: aproximadamente 30% da população brasileira nunca foi ao dentista. Esse é um dado do Ministério da Saúde.

Essa estatística vai de encontro com outro dado, da Agência Nacional de Saúde: 35% dos brasileiros necessitam fazer um tratamento odontológico.

E, pasme, essa carência não ocorre devido ao baixo poder aquisitivo dos brasileiros. Isso porque, mesmo com a crise, apenas cerca de 4 milhões de pessoas que haviam migrado das classes E e D para a classe C voltaram para suas classes de origem, ou seja, as novas pessoas dessa classe são novos pacientes em potencial.

Outro dado que é bastante positivo para o setor odontológico é o crescimento anual médio de 17%. Dessa forma, fica fácil entender que existe pela frente um vasto mercado a ser explorado e que está carente de bons profissionais e de clínicas com várias especialidades.

Idosos são um forte nicho de mercado

Com a população envelhecendo e vivendo mais, há dois fatores a considerar quanto à saúde bucal na terceira idade. Primeiro, com a melhora da qualidade de vida e nos cuidados com os dentes, pessoas que antes perdiam os dentes por volta dos sessenta anos, hoje veem sua dentição durar por muitos anos.

E isso significa que os tratamentos dentários tradicionais da idade adulta (e meia idade) perduram por mais tempo, inclusive quanto às medidas profiláticas.

A outra questão é com relação aos idosos mais velhos que não se contentam mais em ver seus dentes extraídos e substituídos por dentaduras.

É claro que essa mentalidade foi mudada principalmente com ajuda dos dentistas, que conscientizam a população quanto à importância em manter seus dentes. Nesse cenário, os profissionais que trabalham com implantes estão atraindo mais pacientes.

Mas como sabemos, em idade muito avançada os cuidados com certos procedimentos devem ser redobrados  — os odontogeriatras sabem disso. São exemplos a anestesia e a atenção com os pacientes diabéticos.

O aumento do oferecimento de planos odontológicos

No Brasil, apenas 11% da população possui plano odontológico, muito pouco, principalmente se compararmos aos 25% alcançados pelos planos de saúde.

Esse número é ainda menos expressivo se for comparado aos Estados Unidos, onde 66% da população possui plano odontológico. Isso significa que esse é um mercado aberto para ser muito mais explorado no país.

Para os próximos anos, a maior expectativa de expansão dos planos odontológicos é para o setor empresarial, já que várias organizações estão admitindo o serviço como estratégia de retenção dos funcionários.

O foco no design do consultório

Aplicar conceitos de design funcional na estrutura dos consultórios e clínicas é outra tendência.

É fundamental oferecer aos pacientes de sua clínica o conforto garantido pelo design. Pense, visualize e planeje ambientes funcionais, com espaço suficiente de circulação entre os móveis.

Investir em sofás confortáveis, aquários (sempre muito bem limpos e com peixes bem cuidados), fontes de água que fazem um barulho relaxante, cores claras na decoração, plantas ornamentais e mimos como jornais atuais e revistas, televisão e acesso ao wifi são essenciais para agradar tanto os pacientes quanto seus acompanhantes — que também podem se tornar clientes — e também funcionários da clínica, que trabalharão mais satisfeitos e, consequentemente, mais felizes.

Novidades em odontologia

Além das tendências acima, há outras inovações. Nas restaurações dentárias, por exemplo, há inovações como o composto de vidro bioativo para tratar as cáries, composto resinoso com adição de nanopartículas e a resina para desoclusão temporária.

Outras novidades que você pode conferir como funcionam em detalhes no nosso artigo 6 tendências para a odontologia que você precisa conhecer são:

  • restaurações dentárias
  • prontuário digital
  • impressão 3d
  • lentes de contato para os dentes
  • inteligência de mercado
  • estação computadorizada de aplicação de anestesia
  • novas soluções financeiras como as franquias odontológicas

Marketing de relacionamento

Atualmente, com o grande números de profissionais presentes no mercado, é fundamental fidelizar os clientes do consultório odontológico. E o marketing de relacionamento já provou ser um grande aliado nesse processo.

Uma boa estratégia de marketing é capaz de criar um forte laço com seus pacientes reforçando o relacionamento dele com os profissionais do consultório.

Contratação de técnicos em odontologia

Ter uma equipe qualificada passa maior credibilidade ao seu paciente. Ter auxiliares com formações específicas na área, como auxiliares e técnicos em saúde bucal aumenta a confiança do paciente e melhora o atendimento oferecido em sua clínica, além de conseguir resultados mais satisfatórios de qualidade no final do tratamento.

Assim, é obrigação do dentista contratar profissionais com essas qualificações. Por isso, o profissional de odontologia deve ficar atento a essas certificações e as novas que possam surgir no mercado odontológico.

Os técnicos de saúde bucal e os auxiliares de dentista, por exemplo, devem possuir certificados para exercerem a profissão em consultórios odontológicos. Além disso, exibir tais certificados na recepção ou na sala de atendimento propriamente dito é uma maneira de impressionar positivamente os clientes.

Profilaxia Odontológica

Hoje em dia, o conceito de prevenção em saúde já faz parte do planejamento anual com os gastos com saúde de uma boa parte dos brasileiros.

Com relação à saúde bucal, as idas ao dentista de seis em seis meses para limpeza dental, que pode incluir raspagem para retirar o tártaro, já se tornou hábito das famílias brasileiras.

Isso porque elas já perceberam que prevenir os problemas bucais como a profilaxia é menos oneroso, custoso e doloroso do que realizar obturações, muitas vezes profundas e com tratamento de canal.

Por isso, os dentistas que investem em um atendimento primoroso com relação aos cuidados com a profilaxia dos dentes de seus terão muito mais chances de fidelizar pacientes e atrair novos clientes preocupados com a manutenção de um sorriso belo e saudável.

Nesse atendimento estão inclusos:

  • avaliação e limpeza básica semestral
  • raspagem de tártaro
  • sanar dúvidas dos pacientes
  • orientação quanto aos métodos de escovação e higiene diária

As áreas de especialização em alta na odontologia

Quem possui uma clínica de odontologia, seja ela uma franquia ou não, terá mais chances de ser bem-sucedido financeiramente se o rol das especialidades oferecidas for variado.

Com esse leque mais abrangente será mais fácil fidelizar o cliente. A comodidade de fazer vários tipos de tratamentos em um mesmo endereço e poder tratar da saúde bucal de toda a família no mesmo local é muito atrativa para os pacientes.

Atualmente, as áreas mais aquecidas dos negócios na área da saúde são as que atraem os dentistas que atuam ou pretendem atuar em clínicas e consultórios particulares e também as relacionadas à estética dos dentes e também facial.

As especialidades mais promissoras são:

  • dentística restauradora
  • odontopediatria
  • endodontia
  • implantodontia
  • odontogeriatria
  • odontologia estética

Nessa última área, nós podemos destacar o clareamento dentário, colocação de facetas de porcelana, cirurgia plástica gengival (gengivoplastia).

Mais recentemente a área ganhou novas vertentes, como a aplicação de botox, preenchimento com ácido hialurônico, bichectomia, visagismo do sorriso — objetivando refletir a personalidade do paciente, o Planejamento Digital Estético (DSD) — trazendo precisão na dentição e, finalmente, o uso da técnica que implanta fios de sustentação para redefinir o contorno facial.

Por tudo o que foi explicado, você está apto a decidir como será seu futuro profissional e acreditamos que empreender abrindo uma clínica odontológica por meio de franquia está entre as possibilidades que você vislumbra. Acertamos?

Agora que você já sabe quais são as maiores tendências do mercado de saúde no Brasil, compartilhe essas informações com seus amigos nas redes sociais.

Postado em 04/08/2017.


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