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3 provas do crescimento das franquias de odontologia no mercado brasileiro


3 provas do crescimento das franquias de odontologia no mercado brasileiro

O número de franquias no Brasil vem crescendo ao longo dos anos, já que essa é uma forma mais segura – e muitas vezes mais barata de empreender. No caso da área de saúde, as franquias de odontologia também vêm experimentando crescimento de número de unidades e de abrangência geral.

Para entender melhor como ou por que isso acontece, veja a seguir 3 provas desse crescimento e descubra como escolher a franquia ideal para seu perfil.

O número de franquias vem aumentando

Uma das provas é, justamente, o aumento do número de unidades de franquias odontológicas no mercado brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), por exemplo, há quase 40 redes franqueadoras do serviço espalhadas em todo o Brasil, o que dá uma densidade de mais de uma por estado.

Além disso, em 2014 o faturamento de franquias no segmento médico, odontológico e de estética superou os R$ 2 bilhões, mesmo com o início de crise que se desenhava à época.

Como representam uma forma mais conveniente de atuar no setor, as franquias têm sido muito procuradas pelos profissionais que desejam se destacar no mercado e, com isso, conseguir mais clientes.

Há um aumento do alcance dos serviços odontológicos

Outro fator que explica e apoia o crescimento dessas franquias é o aumento do alcance dos serviços odontológicos. Por muito tempo, os serviços eram inacessíveis para boa parte da população no setor privado, dificultado a abrangência desse atendimento.

Esse cenário mudou com o advento das franquias. Atualmente, é possível encontrar modelos de negócio que se instalam longe dos grandes centros ou mesmo dos bairros nobres, focando em regiões que até então não eram alcançadas.

Visando à classe C, é possível encontrar franquias que oferecem tratamentos parcelados de 36 a 48 vezes. O resultado é a prospecção mais facilitada de clientes sem prejudicar o orçamento. Como consequência: Ganho em crescimento de maneira sustentável.

As faculdades têm dificuldade em formar gestores

A verdade é que abrir um consultório é uma tarefa que exige mais do que o diploma na área de odontologia. É preciso pensar em questões como o posicionamento de marca do consultório, planejamento estratégico, plano de negócios e muitos mais — afinal, trata-se da abertura de um negócio.

Ao mesmo tempo, as faculdades são muito mais focadas em formar profissionais de saúde, sem antes formar gestores. Com isso, a maioria dos dentistas termina o curso com conhecimentos técnicos, mas sem nenhuma noção sobre administração.

Como esse é um panorama generalizado, as franquias surgem como uma possibilidade de empreender com riscos menores. Por já se apoiarem em uma marca firmada, reconhecida no mercado e por contarem com um plano de negócios validados, as chances de sucesso aumentam drasticamente.

Esse pontapé inicial na carreira empreendedora é o que também vem motivando o crescimento das franquias de odontologia no mercado brasileiro.

5 dicas para escolher a franquia odontológica ideal

Para fazer parte desse mercado em contínuo desenvolvimento, é muito importante cuidar da escolha da franquia. A partir da definição correta, as chances de sucesso se multiplicam. Acompanhe questões como:

1. Confira o posicionamento de mercado da franqueadora


Quero ser franqueado


Buscar uma franqueadora pouco conhecida, com experiência mínima ou com níveis de sucesso duvidosos vai colocar em risco as suas chances de sucesso. Em vez disso, o recomendado é conferir o posicionamento de mercado da franqueadora.

Veja qual é o alcance dela com os clientes e busque, também, informações sobre estrutura, como questões relacionadas ao treinamento e ao apoio dado aos franqueados. Tudo isso vai contar pontos para que você consiga gerar interesse e atração dos clientes, o que leva ao sucesso nessa empreitada.

2. Converse com franqueados e ex-franqueados

Por falar nisso, vale a pena conversar com quem mantém ou já manteve relações com a franqueadora. Colher esse tipo de opinião vai dar uma visão interna do que acontece na franqueadora e se tudo tem a ver com os seus objetivos.

Caso a maioria das opiniões e experiências seja positiva, esse é um indicativo de que a franqueadora em questão é uma boa escolha. Embora não haja garantias, é uma forma de conseguir fazer o melhor investimento possível.

3. Analise os valores

Para fazer a escolha certa, a franquia precisa estar dentro das suas possibilidades financeiras – em todos os sentidos. Isso significa analisar, por exemplo, qual é a exigência de investimento inicial e também qual é a necessidade de capital de giro.

Além disso, você deve olhar para questões como taxa de royalties, taxa de propaganda e margem de lucro sobre o faturamento. A partir dessa atitude, fica mais fácil entender qual é a franqueadora ideal.

4. Avalie o prazo de retorno

Outro ponto importante é o prazo de retorno do seu investimento. Ele significa quanto tempo de operação a franquia precisa ter para que você tenha o investimento “devolvido”. Esse prazo vai depender tanto da margem de lucro do possível faturamento.

Para isso, avalie questões que vão desde a margem praticada até questões como o movimento e possível obtenção de receitas no local de interesse. Assim, em condições iguais você pode escolher a franquia mais rentável.

5. Converse com a franqueadora

Depois de aplicar esses passos você terá reduzido, significativamente, o número de opções. A partir daí, é hora de conversar com a franqueadora. Com esse diálogo direto você pode identificar se o seu perfil é adequado para a empresa, assim como conhecer melhor o processo de formatação.

Ao final, dá para tirar dúvidas a respeito do negócio e entender melhor as condições para, então, fechar negócio.

O crescimento das franquias de odontologia no mercado brasileiro se apoia no número crescente de redes franqueadoras sobre o assunto e que tem visto o faturamento aumentando. Além disso, há uma maior procura, principalmente da classe C por parte desse tipo de serviço. Somando-se a isso, o fato de que as faculdades não formam gestores, o crescimento acontece devido a esse panorama e a tendência é que se mantenha nos próximos anos.

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Postado em 05/12/2016.


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